(foto da net)
Ao encontro do mar de Santana,
Louva a sereia, oferta flores.
Anda no mar como uma cigana,
Não tem como ter os temores.
Um olhar deslumbrante ao encontro,
Com toda certeza em quem confia.
Permitem-se ter, ser puro brio,
Com eles, não há desencontro.

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