sexta-feira, 8 de maio de 2026

Do Fulgor





Coração em fulgor,


Na falta, uma lacuna insubstituível.




Chega nas asas do vento,


Carinho guardado no peito.




Amar é dar paz,


Aninhar-se no colo do amado.




Há cantos de ninar no ar,

Leve sussurrar, aos raios de sol.



Nos aposentos, espírito está leve,


O corpo renovado.





Há zelo, esmero na noite,



Um irradiar de felicidade.


Há um só corpo orante,


Chuva fina fora, cenário extasiante.




suspiros na cama, ofegantes,


Energia no amor.






Desejos natos sentidos, vividos,


Fome imensa no regaço, na alma.


Entregam-se aos encantamentos,
Pelas frestas, se aninham.




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